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segunda-feira, 11 de abril de 2016

Fica a dica

A bebida ser liberada em um casamento, não significa virar todos os copos de drinks e ficar completamente alterado. Por isso, conheça o seu limite alcoólico e respeite-o. Seja você padrinho, madrinha, irmã ou irmão dos noivos, pais dos noivos, familiar ou amigo do casal. Você não vai querer fazer nada que possa se arrepender depois. Ou, pior, não vai querer que alguém grave e mostre para o MUNDO inteiro o que você fez em um momento não lúcido. Então, aqui vão duas dicas para não matar de vergonha a si mesmo e aos outros. Primeiro, não fique de barriga vazia, isso faz com que a bebida faça efeito mais rápido e, pior, com que você possa ter sérios problemas, como náuseas, vômito e outras consequências piores. Segundo, se puder, não exagere. Você não vai querer perder a noite com tonturas, quebrando copos, dançando com quem não deve, sentando no colo dos outros ou falando besteira (ou entregando histórias cabulosas) no casamento dos outros. Aproveite com moderação, o suficiente para sentir o gosto da bebida e liberar mais energia, mais do que isso, talvez seja demais.

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Dois corações

No último plantão, mais precisamente dia 10 de outubro, tive o prazer de ser enviada para fazer a cobertura de um casamento. Mal pude acreditar, ainda mais quando soube da história por trás da cerimônia. O noivo é Jônatas Cabanelas. Ele veio de Salvador para Fortaleza para receber um coração e acabou ganhando dois: o da técnica de enfermagem Elys Parente. Apesar dessa matemática ter um saldo positivo, o processo dessa adição foi repleta de percalços. 

Aos cinco anos, ele descobriu ser portador de miocardiopatia hipertrófica congênita, doença genética herdada de seu pai e passada também a seus três irmãos. Toda a família era acompanhada por médicos, no entanto não foi suficiente, a patologia aos poucos levou cada um, sem misericórdia. O último foi sua irmã que na espera por um transplantes, depois de três AVCs, veio a falecer em 2012.     

Este ano, aos seus 33 anos, entrou na fila do transplante. Depois de alarmes falsos, na sétima tentativa (no dia 19 de março) conseguiu um doador. Foram sete horas de cirurgia e finalmente um novo coração batia em seu peito. Todavia, não batia como deveria, sendo preciso temporariamente um coração artificial para auxiliar no trabalho cardíaco. Além disso, Jônatas ainda teve infecção respiratória e outras complicações durante o pós-operatório.

Durante esse período, por vezes parecia que seus dias estavam contados. Mas, ao lado da mãe Hercília e da nova namorada que conquistou em uma cama de UTI, ele encontrou forças para enfrentar cada barreira. Inclusive, Elys trancou a faculdade de Enfermagem no sétimo semestre e pediu demissão do antigo emprego para dedicar-se aos seus cuidados e ficar ao lado dele nesse momento de recuperação. Demorou um pouco, três meses, porém no dia 29 de junho conseguiu receber a tão esperada notícia: a alta do hospital.

Romance

Embora o primeiro coração tenha sido difícil, a conquista do segundo foi mais fácil e imprevisível do que pensava. Para esta fila não houve demora. Logo nos primeiros dias em Fortaleza, conheceu a jovem Elys. Na primeira semana de janeiro chegou a Fortaleza e, sem delongas, no dia 21 começaram o namoro. Durante o relacionamento, não houve mistério no sentimento de ambos, sendo mútuo o interesse em oficializar logo a união deles. Assim, após receber a alta, o pedido foi feito e os preparativos começaram sem falta, com ajuda da sogra.

O casamento civil foi realizado entre familiares, amigos e colegas conquistados no hospital. Da decoração, o mais bonito não estava em nenhuma das mesas e, sim, estampado na face dos noivos. O sorriso deles foi o melhor da festa. E não faltou em nenhum momento, seja nos cumprimentos, nas fotos ou no momento a sós. Foi esse mesmo sorriso e espírito alegre que acompanhou os dois durante toda a luta de 75 dias de espera por um coração. E também foi esse mesmo sorriso que tive o prazer de ver de perto.

É muito bom participar da felicidade alheia, de presenciar uma conquista, mesmo que seja de desconhecidos meus. O jornalismo às vezes é um presente diário por poder dar oportunidades como essas a quem pratica essa profissão. É uma alegria poder conhecer todo dia a história de alguém, contar ao mundo que todos têm algo de interessante a compartilhar, a testemunhar. E ao casal, felicidades.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Doze meses depois

Por garantia, se não tem bolo, então guarda-se bem-casado. E, como disse, minha sogra faz como manda a tradição. Uma vez por mês - ou até com mais tempo - abro a porta do congelador para ver quais deles completaram aniversário, bodas de algodão. E é nessas horas que vejo a importância de colocar uma tag para facilitar a busca. Por isso, fica a dica de deixar claro em um papel: nome dos noivos e também a data do casamento.

Para os temerosos, não se preocupe, quando bem guardado, ele não dá dores na barriga, constipação ou outros danos aos movimentos peristálticos naturais. Alguns até conservam o sabor de antes, não chega a ser como um vinho que realça e aprimora o gosto, mas reservam a mesma textura e sabor como se somente tivesse dormido na geladeira após a festa.

É verdade que alguns têm o seu recheio um pouco congelado, o "bolinho" um pouco mais duro, no entanto quando o perfeito é mordido e encontra-se com as papilas gustativas, toda a tradição e os votos desejados de um próspero casamento dão uma recompensa saborosa pela espera. De fechar os olhos.

E, sinceramente, muitos bem-casados são bons no dia do casamento e até mesmo nos dias seguintes a festa, quando guardados na geladeira, mas poucos realmente conseguem render as mesmas sensações após doze meses. Às vezes, a espera vale a pena, outras ela vira só um esforço congelado em nome da tradição. Ainda bem que eu nunca li nada a respeito dessa tradição que o sabor estava diretamente relacionado com a prosperidade do casamento.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Andares de puro isopor

Houve uma época - bons tempos - em que o bolo, fora ser a parte central da decoração de um casamento, era o item culinário mais aguardado como sobremesa pelos convidados. Até mesmo para ser levado (ainda que no guardanapo) para casa a fim de ser congelado e comido um ano depois para dar sorte aos noivos. 

Com tantos docinhos, chocolates e bem-casados, porém, o bolo perdeu o seu lugar na festa. Muitas vezes, dentre as camadas, não existe nenhuma parte verdadeira, nem ao menos para os noivos segurarem a espátula para penetrar na doçura da representatividade da "vida compartilhada". 

Dentre os andares decorados, é tudo isopor. O "verdadeiro" até existe, mas fica recluso, pronto para ser partilhado a sua única camada, na cozinha. Às vezes vejo, com tristeza, ao fim da festa, ele ser carregado até o carro de algum dos familiares dos noivos. Por que, então, ter algo feito realmente do trigo se apenas o isopor é exposto e merece o prazer dos flashes? É melhor, dessa forma, ser tudo falso. 

Eu ainda acredito na beleza do partir o bolo e dividi-lo entre os convidados. Todas as fotos já foram tiradas, pode ficar partido, não importa, faz parte da festa, assim como acontece com o bolo de aniversário. Existem tantas superstições positivas aos noivos envolvendo esse doce, que ele realmente precisa ser compartilhado no dia da festa.

Nunca guardei o bolo no congelador, essa tradição eu passei para o bem-casado. Mas, infelizmente, a gula é maior como todos logo no dia seguinte a festa do casamento. Por isso, agradeço a minha sogra, que faz esse favor de guardar todos os bem-casados de cada casamento que vamos juntas. Assim, sem falta, após um ano, partilhamos uma mordida, um pedaço para cada. Bem, não sei se traz sorte, mas todos até agora ainda estão casados.

domingo, 9 de agosto de 2015

"Muitos em um único Eu"

Somos todos um pouco múltiplos, as mulheres, por vezes, um pouco mais. Talvez seja culpa, em parte, dos hormônios, eles fazem uma vez por mês, pelo menos, o humor variar. Da alegria, mudamos para depressão. Do riso, ao mau humor. Da disposição, ao lençol cobrindo o desânimo. Amém por aqueles homens ao redor que entendem ou, no mínimo, relevam por saber que depois de alguns dias vai voltar tudo ao normal.

Ocupamos tantos papéis para atender às necessidades de todos e de nós mesmas. Somos filhas, amigas, namoradas, esposas e mães. Algumas funções nem ao menos tem nomes, apenas características que tomam forma. Da mistura, o todo deve torna-se um único ser. Não se pode perder-se em personalidades, esquecer de sua essência, de quem realmente é.

Mudar um hábito, o estilo de filme favorito, a forma como gosta de comer os ovos no café da manhã e o tipo de música ouvida no rádio do carro. Parece tudo tão banal, porém são essas escolhas que constroem a personalidade, que dizem um pouco de quem somos. Se mudarmos a cada vez que trocamos de namorado ou de emprego, isso não mostra tecnicamente um amadurecimento, uma evolução. Pode talvez demonstrar medo, uma adequação ao meio somente para sobreviver. 

Mas, não é preciso. Naturalmente mudamos. Não necessariamente gostaremos do mesmo corte de cabelo, do estilo de roupa, música ou sobremesa que amávamos na infância. Todavia, a mudança deve vir de dentro e não imposta pelo meio ou por um alguém específico. Ouvi de meu pai hoje que ter foco na vida é saber dizer "não" às vezes. Assim construímos a vida, discernir o que é o melhor para nós. 

Já tinha refletido sobre isso quando assisti uma das inúmeras vezes Noiva em Fuga, porém o assunto veio a mente de novo diante do Loucas para Casar. Os filmes brasileiros geralmente não são os meus favoritos por serem carregados por vezes de muito palavrão usado de forma desnecessária. O americano até abusa, mas quando a gente escuta na língua mãe parece soar mais ofensivo. Todavia, esse foi diferente, não tanto quanto Divã, meu longa-metragem nacional favorito. Enfim, a comédia virou um drama de pura filosofia. Não quero quebrar o mistério, mas vai muito além de traição.


quinta-feira, 18 de junho de 2015

Lado a lado até o altar

A decoração às vezes traduz muito do sentimento que a noiva quer transmitir aos seus convidados. No último casamento que eu fui, o local podia ser traduzido em aconchego. As mesas de madeira trazem ares românticos, íntimos e ao mesmo tempo imponente. Com isso, não foi preciso tanto para incrementar o restaurante Regina Diógenes para enriquecer mais esse lado deles. 

Além disso, ao entrar, já era possível ver o altar onde seria realizado a cerimônia civil, acompanhado de cadeiras para padrinhos e pais, além de uma mini passadeira. A posição estava ideal, em vez de usar o ambiente reservado por paredes de vidro, porque ao fim das assinaturas o local já seria aproveitado para montar a estrutura de banda e de dancing. Outro ponto positivo dessa disposição é que os convidados podiam assistir toda a troca de votos de onde estavam sentados, então não houve tanta movimentação das pessoas, o que é uma vantagem principalmente para os mais velhos.

Quanto a área envidraçada, ficou reservada para a melhor parte da festa: os docinhos [] e o bolo (e colocaram também as sobremesas na mesa quando foi o momento das pessoas se servirem). Dentre as novidades em doces, achei lindo um que tinha o formato de metade de ovo de páscoa (como os que as pessoas compram para comer com colher), além de outras formas lindas de dar água na boca só de lembrar.


Maquiagem à prova d'água

A noiva é minha prima e sinto-me de consciência tranquila (sabendo que não estou babando por ser da família) que o seu vestido estava impecável. Romântico e sedutor, ambos na medida certa, e com uma mistura a qual tinha TUDO A VER com a futura esposa. 

A sua entrada, fugiu do habitual. Ela entrou ao lado do noivo, acompanhada da daminha, filha da noiva e também integrante importante da cerimônia. Outro ponto é que toda a trilha sonora das entradas, tanto dos noivos, como dos irmãos e pais de cada um, foi feita de forma instrumental com um violino. Muito lindo e perfeito para casamentos feitos em locais pequenos.

Quando os dois trocaram as alianças, parecia que todos os convidados haviam sumido do entorno. Só havia o casal, mais ninguém. Trocaram promessas, verdades, declarações de amor. Tudo tão sincero, carregado de sentimento e muita emoção. Mesmo se houvesse alguém na celebração - o que eu duvido - que não conhecesse a história dos dois, emocionaria-se com as palavras de ambos. 

Ao fim da assinaturas, um beijo apaixonante encerrou o quesito formal do casamento e deu início às comemorações. Para embalar os convidados por três horas seguidas, nem com paradas técnicas para ir ao banheiro ou beber águas, uma dupla foi convidada para cantar sertanejo e forró das antigas. Eu AMEI e super recomendo o casal. Eles cantam muito bem e tem um repertório maravilhoso.

A festa seguiu até quase três da madrugada com a banda tocando e finalizou com DJ. No entanto, para fechar realmente com chave de ouro o casamento, só um bem casado da Célia. Estou resistindo para não comer o último da minha geladeira, quero guardar no freezer e comer daqui a um ano, como desejo de prosperidade e felicidade ao casal. A tradição pede bolo, mas o bem casado ultimamente vem sendo o substituto desses votos aos noivos. Então, por garantia está escondido, e que venha sorte e amor aos casados!

♥ Luciana Lessa e Naldinho (cantores)
Tel.: (85)992386611

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Pouco que satisfaz

Por que as vezes temos a necessidade de querer preencher cada segundo de uma festa? As conversas e brincadeiras entre si deviam bastar por toda ou pelo menos metade da programação. Mas, não, durante o chá de panela ou derivados as noivas ou as amigas que organizam por vezes acreditam que precisam incorporar à festa animadores, cantores, tequileiros e outros itens mais. Quando que as prendas organizadas pelas madrinhas deixaram de ser suficientes? Todo esse pacote de entretenimento tem resultados ótimos, no entanto deve-se ter cuidado para não sufocar os convidados.

Os animadores, por exemplo, em sua essência, gostam de chamar atenção. Fazem da sua presença um show que precisa de plateia e aplausos. Diante disso, acaba tirando o propósito, o foco do evento: a noiva e a celebração. Fica monopolizando (quando o contrato leva mais de uma hora principalmente) o espaço e faz com que as pessoas interajam menos entre si, conversem menos e, pior, fiquem mais tímidas, com receio de ser constrangida por terceiros. Afinal, dançar ou pagar uma prenda na frente de outras amigas é uma coisa, fazer isso porque um humorista está "exigindo" ou tê-lo fazendo graça com você nem sempre é legal.Quando a aparição é rápida, é até legal, mas será que vale o investimento por pouco tempo? 

Uma banda é interessante também, mas deixa de ser fundo musical quando é profissionalmente conhecida e fica chato se não for utilizada para tocar as canções utilizadas durante as brincadeiras, se tiver. Então pense bem em todos esses pontos antes de contratar. É importante lembrar qual é o objetivo da celebração. Se for o tradicional com muitas brincadeiras e vergonha alheia regado com muita bebida alcoólica, então não precisa de uma fórmula muito cara ou complexa. O simples, quase sempre, dá certo e agrada. 

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Quer dançar? Dance

Sem idas e vindas, vou ser clara e objetiva: considero um desperdício de tempo e dinheiro (principalmente quando um coreógrafo é contratado) fazer uma apresentação musical durante o casamento. Querem fazer algo especial, então use a primeira dança do casal para isso (alguns fazem a valsa e algo a mais). Escolha a canção favorita e, para fugir do dois passos para cá e dois passos para lá, arrisquem treinar um pouco antes em casa (ou se desconhecer tudo de dança, com um profissional) algo um pouco mais diferente, até passos de tango, talvez. Mas, por favor, evitem fazer uma performance com uma mixagem de muitas músicas e ainda envolver os padrinhos e as madrinhas na coreografia.

Isso perde o tempo de festa, o qual poderia ser muito melhor utilizado com fotografias, danças na pista com todos os convidados, jantar e muitas conversas.Esse show monopoliza a festa, os noivos já são o foco, não precisa disso para receber todas as atenções dos presentes. Quer fazer algo mais especial? Cante para seu noivo ou toque a música favorita da sua noiva no violão. Essas seriam surpresas muito mais românticas, pelo menos é a minha opinião.

MAS, alguém pode dizer: "eu sempre me imaginei dançando a coreografia do filme Dirty Dancing". Então, faça. Se você sonha com isso, quer dançar "Time of my life", então dance. Se você tem um caso de amor por esse longa-metragem, então, a motivação é melhor ainda. A minha opinião ou a dos outros nunca deve importar se os noivos querem algo em seu casamento. Não deixe de fazer algo se alguém diz que isso ou aquilo não é adequado ou chique para uma cerimônia. Veja um caso legal que somou dança + abrir a pista para os convidados dançarem (e abaixo a coreografia original):


terça-feira, 17 de março de 2015

Só eu e você, mais ninguém [♪]

Estava lendo um texto o qual muito me identifiquei. Nele o autor diz finalmente ter entendido a enorme diferença entre ter "uma companhia vazia" e "ter uma companhia para suportar qualquer vazio". E não há nada mais importante do que essa característica em um relacionamento. Companheirismo e amizade são elementos necessários na receita da longevidade da vida a dois. Ter a presença do outro deve bastar e se algo mais vier, como bons restaurantes, boas viagens, boas companhias e bons passeios, é plus. 

Acompanhando as palavras, ele colocou a música Mais ninguém. Nada melhor para ilustrar essa ideia, esse pensamento do outro bastar para fazer o dia melhor, fazer a manhã valer a pena.Assim faço minha a sugestão dele. 

"Eu só espero que não venha mais ninguém
Aí eu tenho você só pra mim
Roubo o teu sono
Quero o teu tudo
Se mais alguém vier não vou notar"

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Convidadas da Mili

O pecado de algumas celebridades é tornar um evento entre amigos em grandes eventos em termos de roupa. Não sei em qual local está escrito ou muito menos se tem algo escrito sobre regras de etiqueta na vestimenta em casamentos, mas já ouvi falar que muita sensualidade não é de bom tom nas roupas das convidadas. Também ouvi que não se deve ir de branco ou preto a esse tipo de cerimônia, apesar do branco ser considerado por muitos ousado e elegante atualmente e o pretinho, básico para a ocasião que for. Enfim, mas sensual demais, como fendas muito altas e transparência em excesso, é melhor deixar para formaturas (em caso de meros mortais como nós, rs) ou tapetes vermelhos de eventos, como premiações (no caso dos famosos).

Por exemplo, olhe que irônico. Por mais que a atriz Giselle Itié estivesse com uma fenda alta, a cor e o estilo tornou o modelo não tão ousado para a ocasião, mais apropriado.O contrário aconteceu com Luiza Possi. Ela estava linda, mas talvez por o vestido ser mais colado ao corpo, mesmo com a mesma altura de fenda, o modelo aparentou um pouco inapropriado para a ocasião. Minha opinião. Pelo menos, se fosse um casamento "comum", eu pensaria isso. Para eles, talvez tratem tudo como um tapete vermelho,uma ocasião para exibir-se da melhor forma, então não encarem dessa maneira. 


No entanto, no mundo real, escolha uma roupa que valorize o seu corpo, seja com decote, brilho, mais justo, com transparência. Seja tudo isso junto ou separado. Porém, todo detalhe tem um limite para cada ocasião. Em uma festa de gala, é possível mostrar novas tendências, chocar um pouco os fotógrafos e comentaristas de modas e abusar da criatividade dos estilistas. Porém, sensualidade ao extremo não cai bem na igreja ou em casamentos. Cuidado para não abusar! Selecionei alguns modelos que eu gostei. Confira abaixo:






sábado, 17 de janeiro de 2015

Diário de um casamento [#5]

Simples. Essa foi a palavra-chave a qual a noiva Gabriela, ou chamada em minhas últimas postagens de noiva-cunhada, priorizou durante toda a organização de seu casamento civil. O planejamento começou com dois meses de antecedência da data. Na verdade, seria um mês, pois o casamento de fato era para acontecer em dezembro. Entre muitas indecisões, as escolhas e fechamentos de contratos foram feitos em três semanas, com a presença constate também do noivo e das mães do casal.

Parecia uma missão impossível, porém deu certo. Foi até possível ter toques com personalidade e feitos a mão pela tia da própria noiva na véspera, como as garrafinhas com flores que enfeitavam parte das mesas, e as embalagens do bem casado feitos pela mãe do noivo com ajuda de outros familiares. Outra sorte foi, em pleno recesso devido ao réveillon, os profissionais aceitarem fechar fazer um bolo de três andares, sendo dois verdadeiros; bem casado, brownie, decoração e recepção. Outra (maior) sorte foi o vestido. A costureira fez o modelo escolhido pela noiva em menos de uma semana. Ficou lindíssimo e perfeito para a ocasião que pedia delicadeza, sem perder o glamour e o destaque de uma noiva.


Quanto à decoração, o espaço por si mesmo é bonito, então precisou de pouca. O principal foco ficou na mesa do bolo com os dois arranjos grandes e muito bonitos. Dando uma leveza, como se fosse um céu cheio de nuvens, estavam o bem casados e brownie complementando a mesa. Já na mesa dos convidados, os vasos do decorador com os feitos pela tia da noiva davam um toque rústico, simples e bem romântico ao lugar. Esse toque ficou ressaltado com o detalhe dos guardanapos, com pombinhos, elaborado pelos noivos. 

O resto ficou por conta dos convidados. A família toda estava reunida antes do início da celebração da juíza para assinar os papéis e do pastor para uma benção, já que o casamento católico só vai acontecer no fim deste ano. Enquanto os preparativos da segunda parte do casamento não chegam, fiquem com mais detalhes do civil.












quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Diário de um casamento [#4]

O tempo foi pouco, curtíssimo, mas deu tudo certo. Na semana anterior ao GRANDE DIA, acompanhei minha cunhada ao local da cerimônia para observar a decoração de um outro casamento. Mais do que nos inspirarmos, conseguimos fechar de última hora o decorador da festa. Um milagre. Com isso, a tranquilidade foi maior, afinal, sabíamos que podíamos dedicar um tempo a mais para arrumar cabelo e maquiagem, do que ficando no lugar arrumando nós mesmas as mesas do restaurante.

Um detalhe: independente de já ter um decorador contratado e um plano de decoração para a recepção, eu mais que recomendo visitar o local contratado montado para festas de terceiros. Assim, você expande a sua percepção do local, enxerga novas possibilidades e vê até o que não fica bom no lugar. 

Além disso, claro, veja sempre pessoalmente o trabalho do decorador contratado. Por exemplo, eu sempre gosto de observar os arranjos porque eu ODEIO flores manipuladas em excesso. Algumas ficam tão abertas que parecem estar mortas, antigas. Não gosto. Então, quando percebo que fazem assim, sempre lembro que eu não gosto, para deixar do meu agrado. Outra questão é ver a qualidade do material utilizado; se o profissional preocupa-se quanto a limpeza dos móveis e estofados utilizados; e - muito importante - a pontualidade da entrega do serviço.

No caso da Regina Diógenes, localizada na Desembargador Moreira (mas na verdade fica na República do Líbano), passamos uma manhã inteira elaborando como poderia ficar o local. Não sabíamos se o que imaginávamos para as mesas daria espaço para os convidados circularem de forma tranquila, sem ficar apertando dentro do local. Porém, foi só irmos em um dia de festa à noite, com o ambiente já decorado, para ficar mais fácil a decisão de como seria melhor fazer. Para quem não quer pensar muito no que fazer, é ótimo para copiar ou recriar as boas ideias.


No caso, o que reproduzimos foi o espaço do bolo e da cerimônia civil ser no mesmo local. No início, pensávamos que deveria ser em ambientes separados e que a ideia sugerida a nós das mesas formando um corredor, deixaria um espaço no meio muito apertado. Bem, na prática, tudo funcionou muito bem.

As garrafinhas estilo vintage já estavam no plano, porém combiná-las com um delicado papel abaixo do prato funcionando como jogo-americano/sousplat na decoração, aumentou o charme e o romantismo na mesa. Adoramos!

Uma dica: peça a opinião das pessoas que trabalham no local. Elas acompanham várias festas, então podem dar mais opções possíveis de serem feitas. Não precisa seguir, mas não custa nada ouvir e, se quiser, acatar. Na próxima postagem, ponho os detalhes de como ficou, enfim, a festa da minha noiva-cunhada.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Diário de um casamento [#3]

A procura por um espaço para comportar festa e celebração para o casamento civil da minha cunhada-noiva continuou. Veja abaixo mais duas opções:

♥ Mango 

↑ Por indicação de uma leitora, o restaurante foi visitado e MUITO apreciado pelos noivos. Já por fotos é possível ver o tão simpático e bonito ele é. Quase não é preciso decoração, apenas alguns arranjos e toques pessoais. O valor por cabeça pela comida e bebida até é justo, dentro do cobrado pelo mercado. Por exemplo: são cinco opções de cardápio, sendo duas mais baratas de rodízio (de pizza por R$ 30,69 e de massas por R$ 36,19). Sendo do estilo tradicional, a mais em conta tem duas variedades de finger food e um cardápio com batata, frango, carne, arroz e dois tipos de salada.

↓ O valor cobrado para aluguel do lugar assusta. Afinal, por ser um restaurante, espera-se um valor baixo, ou melhor dizendo simbólico (ou até nenhum) e, não, um número tão semelhante ao cobrado por um buffet. O preço com menos de 100 pessoas é R$ 2 mil, sendo acima dessa quantidade, o número cai para R$ 1 mil. No orçamento também era obrigatório incluir dois seguranças (R$ 100 cada) e taxa de iluminação (R$ 300,00).  Lembrando que a intenção era fazer uma cerimônia civil para 82 pessoas (sim, a lista foi reduzida) com baixo custo, afinal, ainda haverá uma celebração religiosa no próximo ano. A intenção é gastar o mínimo possível agora, para fazer algo maior e para mais pessoas ano que vem. Infelizmente, por isso, o local foi logo descartado também.

Rua Francisco Farias Filho, 250 - Guararapes
Tel.: (85) 3241-4620

♥ Regina Diógenes 

↑ A comida é uma delícia e tem cinco opções de cardápio, sendo duas dela com mesa fixa, ou melhor, é chamada de mesa de resistência. A mais barata da fixa é R$ 70,00. Quanto da opção tradicional que é somente um jantar, a mais barata é R$ 56,00. São boas e todas gostosas as variedades oferecidas em cada um dos cardápios. Quanto ao estilo, ele segue a tendência procurada nos outros restaurantes visitados: simples, móveis de madeira e que precise de pouca decoração.

↓ O estacionamento é ruim na opção localizada na República do Líbano (mas divulgada como na Avenida Desembargador Moreira). Na do Cocó, a parte negativa é que agora o estacionamento é pago no subsolo e, na avenida, é impossível estacionar.

Avenida Desembargador Moreira, 605 B - Meireles
Tel.: (85) 3242-6799

* Os valores citados provavelmente sofreram alteração com a mudança de ano. 

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Diário de um casamento [#2]

Poucos dias, é tudo que temos. Diante disso, a noiva-cunhada correu para acelerar no cartório os papéis para o casamento civil. Apesar de ser bem simples, a antecedência é a principal amiga dos noivos em todas as ocasiões, até mesmo na hora da celebração civil. E isso é o que menos esses noivos têm. Muitos pensam que é somente chegar no local, levar alguns documentos e, se quiser, já sai casado no mesmo dia. Bem, não é nada assim. Só em filmes, e só em Las Vegas, aparentemente.

Cada cartório tem suas restrições. Primeiro, nem todos os cartórios realizam todos os serviços. Assim, há quem não realize casamento. Mais: sem citar nomes, alguns pedem um pouco mais, outros um pouco menos na hora de apresentar documentos. Quanto às testemunhas, em alguns podem ser os irmãos a assinar no momento de dar entrada na papelada, outros já não deixam ser nem pais, nem irmãos. Já no prazo, alguns estipulam semanas para levar até um promotor e receber de volta a confirmação dos papeis. Outros dizem que não demora tanto assim.

Como boa cunhada, acompanhei em mais essa etapa. Anotei algumas dificuldades que ela teve e resolvi deixar algumas recomendações. Mas, antes deixo um desabafo: liguem antes e com antecedência de pelo menos um mês da data prevista para o casamento para saber do procedimento. Vou procurar mais detalhes e depois conto a vocês. Enquanto isso, deixo alguns pontos a ser perguntado na momento de procurar o cartório mais adequado ao casamento:
  1. Localização (importante principalmente se a cerimônia for feita no próprio cartório. Peça para ver o tamanho e a capacidade do espaço - caso você vá pessoalmente - para saber quantas pessoas poderá convidar para o evento. Cheque também onde é melhor de estacionar, para no dia não se preocupar com falta de vagas)
  2. Documentos necessários (quando decidido o local, não dê viagem perdida. Vá somente uma vez com todos os documentos - além da xérox se possível - e, melhor ainda, acompanhado de duas testemunhas com os documentos exigidos a elas - geralmente só a identidade. Não presume quais serão os documentos ou quais os familiares que podem ou não podem assinar. Pergunte tudo antes de ir ao cartório dar entrada nos papéis. Ah! Pergunte também o que é preciso levar no dia do casamento propriamente)
  3. Preço (pergunte qual é o orçamento para todo o procedimento; quanto custa se for feito fora do espaço do cartório; se o pagamento é somente com dinheiro ou pode ser em cheque; e se o valor é o mesmo independente do dia da semana escolhido, por exemplo)
  4. Juiz (se não quiser o juiz do próprio cartório, quiser algum específico, talvez um já da família, pergunte qual é o procedimento para outro juiz celebrar o casamento; se o valor aumenta ainda assim se for feito fora do cartório com um juiz que não é do cartório)
  5. Tempo (pergunte quanto tempo demora para sair a papelada; quais são os dias e os horários liberados para celebrar o casamento tanto dentro como fora do cartório; e quanto tempo dura a celebração)

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Diário de um casamento [#1]

Da minha saga acompanhando minha cunhada atrás de um espaço para um casamento civil para uma média de 100 a 130 pessoas (considerando que todos confirmarão a sua presença), fiz uma pequena lista com alguns comentários sobre os restaurantes visitados ou procurados para orçamento. TODOS tem pontos positivos, na maioria das vezes era o preço final que fazia sair de um para outro ou então o valor do aluguel do espaço quando constava no pacote. Espero que ajude outras noivas também.

Casa de Moá 

↑ Logo de fora é fácil encantar-se pelo restaurante. O ambiente é impecável, meigo e SUPER romântico. O primeiro espaço é perfeito para fazer uma cerimônia no segundo andar e depois uma recepção na parte de baixo, deixando a mesa de bolo e doces lá em cima para bater as fotos com os convidados e o primeiro andar com as mesas para o brunch. Outro ponto positivo é que ele é tão lindo - até as cadeiras são um charme - que não precisa de decoração, então um gasto a menos.

↓ Cada espaço comporta apenas cinquenta pessoas, então seria preciso alugar todo o restaurante para poder convidar sem se preocupar se vai ou não comportar as pessoas de forma confortável. Com isso ficam duas questões: os convidados vão ficar muito espalhados, quando a intenção é ficarem todos em um mesmo espaço para interagir e sociabilizar-se. Outro ponto é o preço, lógico. Só a casa de trás com o jardim é R$1.200. Adicionando a casa da frente com o seu segundo andar, consequentemente sairia quase o dobro, já que é justo por ela ser bem maior do que a parte de trás.

Rua Visconde de Mauá, 2675 - Dionísio Torres
Tel.: (85) 3067-3509

La Raclette

↑ O espaço é lindo, agradável, vintage e, logo que eu entrei pela primeira vez, senti que o ambiente cairia muito bem para um casamento civil para pouco convidados. A comida é excelente e segue uma linha light sem ser vegetariana. O atendimento é ótimo e, do lado de fora, também dá certo para realizar a própria cerimônia de assinar os papéis. A agenda é bem livre, podendo utilizar o restaurante completo em qualquer dia da semana (exceto no domingo) a partir do horário em que fecham para o almoço, 15h. Dentre os cardápios vistos, a melhor proposta foi do jantar por R$49,90 por pessoa com mais 10%.

↓ O limite para receber de forma confortável é de até 80 pessoas no interior. Como a lista de convidados está tendendo para mais de 100, então por hora ainda está sendo visto a viabilidade de aproveitar o espaço externo para comportar mais gente no mesmo lugar.A dúvida é se caberia cogitar colocar mais mesas do lado externo para receber mais convidados.

Rua Vilebaldo Aguiar, 352 - Cocó
Tel.: (85) 3032-6729

Dallas Grill

↑ Para quem tem convidados que comem muito e para aqueles casais que querem ter comida farta na mesa, então um restaurante de rodízio é uma boa opção. O lado positivo do Dallas é a entrada reservada para um ambiente exclusivo para eventos. Outra vantagem é que ele pode ser aumentado ou diminuído com uma cortina que aparenta uma parede, fica a depender do número de convidados.

↓ Ele é uma tela em branco. Ou seja, precisa de muita decoração e jogo de luzes para dar um up no local. Os únicos itens poupados são uma mesa redonda ótima para o bolo, duas mesinhas brancas para os doces e toalhas brancas para cobrir as mesas.

Av. Dom Luiz, 1219 - Meireles
Tel.: (85) 3267-3200

Piaff

↑ O preço é excelente (em média R$ 42,00 por pessoa), a comida aparenta ser boa (só vimos, não deu tempo provar), o cardápio é farto ao evento da noite e o ambiente é super agradável, precisando de poucos itens na decoração. Então, qual o problema?

↓ Bem, infelizmente, tudo tem um lado negativo. Não há estacionamento na rua e, por ficar em uma via movimentada, não se pode estacionar próximo ao meio-fio. Outro detalhe: as portas nunca estão fechadas para as pessoas de fora. Ou seja, não há muita privacidade. Quando fomos visitar o local, quase invadimos um casamento por não saber o que estava acontecendo. E, como o restaurante fica dentro de um hotel, então ele tem que estar disponível para os hóspedes, sempre tendo poucas mesas separadas para aqueles que quiserem comer dentro do restaurante. Imagina estar acontecendo uma celebração e os turistas conversando alto e bebendo na mesa do lado? Eles estão no direito dele, mas seria bem estranho e invasivo.

Rua Silva Jatahy, 942 - Meireles
Tel.: (85) 3032-1952

Cabana Del Primo

↑ É estrategicamente PERFEITO para um casamento civil. Ele é pertinho de dois cartórios localizados próximos ao shopping Jardins Open Mall, onde fica o restaurante. O ambiente é íntimo, aconchegante e não precisa quase nada de decoração, no máximo alguns arranjos de mesa pequenos.

↓ Para quem tem um orçamento apertado, esse certamente não é o melhor local. Ele foi o mais caro dessa relação. O preço fica, por baixo, cerca de R$100,00 por pessoa com ainda 10%. Há outras opções mais completas e, consequentemente, mais caras. É o caso da de R$160,00 que já inclui no orçamento espumantes, coquetéis e vinhos. Outro problema é que só pode fazer eventos de segunda a quinta-feira e comporta apenas 70 pessoas. No caso, o nosso desejo era fazer no sábado e para 130 pessoas.

Rua Maria Tomásia, 503 - Aldeota
Tel.: (85)3244-3691

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Casar pelo melhor preço

Tive o prazer de ser convidada para contribuir em uma matéria sobre casamento, dando dicas sobre como baixar um pouco o orçamento da festa. Dentre os destaques encontrados pela jornalista, ressalto o ponto da festa colaborativa, aquela em que cada amigo ajuda como pode, seja fazendo um das receitas usadas no buffet ou itens usados na decoração. Entre o que eu pontuei, estão duas palavras: planejamento e pesquisa. Quanto mais dos dois, é possível encontrar o que se quer pelo melhor preço e, ainda, sem ultrapassar o seu orçamento.


sábado, 18 de outubro de 2014

Menina, não noiva

11 de outubro. Parece um dia comum, mas é o Dia Internacional das Meninas há dois anos. Nesse mesmo dia, mais especificamente no sábado passado, um dia antes da data que celebra comercialmente o Dia das Crianças, ele representou um pouco mais em uma parte do mundo.

Por um pouco menos de um mês, uma menina de doze anos fingiu ser uma noruega da mesma idade pronta para subir ao altar com um homem de 37 anos. Durante esse período, escreveu em um blog quase todo dia, contando os preparativos finais e sobre quais eram os seus pensamentos antes do casamento. 

Esse fato mexeu com muitos, afinal, realmente acreditavam que a notícia fosse real. No entanto, era apenas um alerta promovido pela ONG Girls Not Brides sobre o fato de muitas crianças serem de fato noivas, seja por decisão religiosa, por tradição ou outras motivações. 

A garota que conhecíamos como Thea, na verdade chama-se Maja e é de origem Sueca. Ela foi convidada a participar dessa ação e ficou feliz em contribuir com essa mensagem contra o casamento infantil. Em sua última postagem, ela alerta que assim como ajudaram a parar o seu casamento, que isso ocorra também nos casos reais que acontecem no mundo.

"Takk til alle som var med å stoppe bryllupet mitt" (Obrigada a todos que ajudaram a parar o meu casamento). - Maja


quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Festa e mais festa

Não acha suficiente ter festa de noivado, chá de lingerie, chá de panelas, chá bar, e-session, casamento civil, cerimônia na igreja e recepção no buffet? Pois tem mais um evento para os noivos colocarem na lista. Isso mesmo, acredite, é o After Party. É uma extensão da comemoração para os noivos e aqueles convidados que sempre ficam até começarem a ligar as luzes e varrer o chão. É até para o casal aproveitar um pouco mais da noite deles, a qual muitas vezes é utilizada para bater as fotos e cumprimentar os convidados.

Essa segunda festa geralmente é indicada ser feita em um local mais íntimo, até porque não é todo mundo que resiste até o fim da madrugada. Pode ser em um bar ou até mesmo em um espaço menor no próprio buffet em que houve a recepção. As festas que já terminam de madrugada não precisam dessa ideia, mas, de repente, essa é uma boa opção para quem casa pela manhã ou faz algo mais simples à noite mesmo. Se for feita em um local específico, lembre-se de reservar com antecedência. E, dependendo de quantas pessoas forem ou de como seja a sua casa, que tal estender a festa para lá?!

Caso não, encontrei em um site sete dicas de lugares para prolongar a festa de uma forma particular. Se não gostar de nenhuma ideia, pense um lugar a cara de vocês e vão para lá, seja na casa de praia, em uma barraca que vocês frequentem muito na praia, em uma casa de show que quase você bate o ponto sempre, enfim, a dica é fazer o que se gosta.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Dos noivos, pelos noivos

As noivas não precisam ter o kit completo que uma revista de casamento mostra de novas tendências para ter uma cerimônia dos sonhos. Ter uma festa e celebração com a cara dos noivos é o mais importante, e não seguir o que algum cerimonialista diz. No final, é isso que todos vão comentar e, ainda, lembrar. É isso que você quer guardar, no final das contas. 

As pessoas não devem entrar em um buffet e dizer "Ah! Isso com certeza foi o decorador tal que fez, é tão a cara dele". Tudo deve aparentemente ter profissionais anônimos e parecer com os noivos, parecer que tudo não podia ser diferente. Aprendi muito sobre isso nos últimos anos que me envolvi com o tema casamento. As noivas ficam tão empolgadas em sair tudo perfeito e único que acabam fazendo igual aos outros, não pondo um pouco de sua personalidade e copiando apenas modelos de revista.

Não acho ruim buscar referências, conselhos, ideias ou sugestões. Ao contrário, acho isso muito útil e interessante para as noivas se encontrarem e escolherem o que gostam. MAS, elas precisam ouvir o seu coração e não fugir do que elas são. Por exemplo, fiz a cobertura de um casamento de um colecionador. Ter o elemento antigo nos detalhes da festa - da taça do brinde deles a um estacionamento cheio de carros antigos - não poderia ter sido diferente. Se fosse, não seriam eles. 

Tinha a identidade deles, até mesmo alguns móveis eram da própria noiva. Tudo foi escolhido, planejado e pensado por eles. É isso que faz um celebração perfeita. E não se teve fulano ou sicrano escolhido para o cerimonial, decoração ou seja qual serviço for.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Os votos

A palavra dita é um compromisso. Embora por vezes os casais digam "te amo" sem profundidade, apenas como um ponto final do discurso ou de um telefonema, essa declaração curta de sentimento não pode estar no dizer apenas para constar. Deve ser sincera. Assim também deve ser o voto de casamento.

Os votos são uma promessa, um contrato verbal que firma a promessa de uma vida eterna - um ao lado do outro - de fidelidade, de amor, de compromisso, seja na alegria, tristeza, saúde ou doença. Não devem ser palavras em vão, repetidas somente porque o padre sussurrou ao seu ouvido.

Elas não devem ser esquecidas no primeiro obstáculo, na segunda briga ou no terceiro aborrecimento. Não deve amargar devido a uma toalha na cama ou por não ter lavado os pratos do jantar. É preciso paciência e consciência de que nada é perfeito no casamento.

Em qualquer relacionamento haverá discordâncias em algum ponto. Afinal, cada um foi criado em famílias diferentes. Aliás, até mesmo irmãos de pais iguais, morando na mesma casa, tem pensamentos contrários e brigam, então por que vocês não? O humor pode mudar pelo estresse no trabalho, acúmulo de serviços ou simplesmente devido a TPM. Então, vamos levar com leveza o casamento. Onde há o amor, o resto passa. A ventania vira brisa e passa.

Podemos aprender com o caso real narrado no longa Para Sempre (The Vow). Uma memória apagada, levou a certeza de Paige de que ela casada e muito feliz em seu relacionamento com Leo. Mais do que isso, ela não reconhecia o próprio marido. Tudo foi levado em um acidente de trânsito. Um minuto que mudou completamente a história de amor dos dois. Ela não lembrava como havia o conhecido e que, em menos de duas semanas, já estava apaixonada por ele. Porém, Leo não desistiu, tentou conquistá-la ao máximo. Mesmo quando viu não ter mais chances, deu o espaço e nunca esqueceu do compromisso firmado nos votos de casamento. Depois de um tempo, os dois se encontraram e fizeram uma nova história, mas repetindo a mesma dose de amor, afeto e felicidade.


Paige: “Me comprometo a ajudá-lo a amar a vida, a sempre abraçá-lo com ternura, e ter a paciência que o amor exige. Para falar quando as palavras forem necessárias, e compartilhar o silêncio quando não forem. Para discordar em concordar sobre o bolo. E viver no calor de seu coração. E sempre chamar de lar”

Leo: “Eu me comprometo a amá-la seriamente, em todas suas formas. Agora e para sempre. Prometo que nunca vou esquecer que esse é um amor para toda a vida. E sempre sabendo na parte mais profunda da minha alma que não importa quais desafios venham nos separar, sempre encontraremos o caminho de volta para o outro”
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