quarta-feira, 27 de abril de 2011

Quase no altar...

Quando criança somos envoltas pela magia e o encanto dos contos de fadas. Carruagem, roupas de gala e o casamento com um príncipe. Kate Middleton realizou o seu sonho de infância. Ela não precisa mais da foto do príncipe Willian em seu quarto, já que o tem em seus braços. Sim, tornou-se princesa sem necessitar enfrentar dragões, bruxas, maldições, madrastas ou sono profundo.

O casamento já é nesta sexta, 29 de abril, porém para quem estava nas ruas de Londres no dia da mentira pôde conferir uma prévia da cerimônia na Catedral de St. Paul's, no centro da capital, por meio dos sócias da família real. Há seis meses, Jodie Bredo e Simon Watkinson realizam peças publicitárias e fazem aparição em eventos como o casal mais comentado no momento.

Além disso, o fotógrafo Alison Jackson aproveitou o embalo do casamento real e construiu o seu livro "Kate and Wills Up the Aisle: A Right Royal Fairy Tale" ("Kate e Wills sobem ao altar: um conto de fadas real", na tradução). A obra contém fotos desde o pedido oficial a cerimônia religiosa e festa. Lógico, tudo feito com sósias.

De uma maneira divertida, o artista criou situações inusitadas e outras bem possíveis que podem acontecer nesta sexta, como o corte do bolo com uma espada e o príncipe Harry ser retratado um pouco bêbado. A verdadeira celebração da união do Príncipe William com Kate acontecerá na Abadia de Westminster, onde a rainha Elizabeth II foi coroada. O dia foi declarado feriado nacional na Inglaterra.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Para quando faltar um par

As flores na decoração, as músicas românticas, os casais que entram na igreja e dançam na pista, o momento de pegar o buquê e a cerimônia religiosa em si. Tudo no casamento remete a uma reflexão acerca do relacionamento amoroso. Será que é melhor ser solteira? Quando vou me casar? Será que vou querer o mesmo estilo de celebração? Essas questões entre outras passam de maneira sutil nas mentes femininas enquanto elas observam o caminhar da noiva ao altar.

As mulheres que estão em um relacionamento imaginam entrando em seu vestido branco e dando o seu beijo de cinema enquanto dança a valsa, já as solteiras têm o seu momento de saudade de ter alguém ao seu lado para lhe fazer companhia ou pelo menos ser o seu par na dança da noite. O filme Muito bem acompanhada (The Wedding Date, 2005), entre comédia, drama e romance, mostra parte disso, o que a situação do casamento pode provocar em uma pessoa.

Kat Ellis (Debra Messing), depois de sete anos de namoro, foi abandonada por seu noivo Jack Davenport (Holland Taylor). Dois anos se passaram e ela se viu diante de reencontrá-lo no casamento de sua irmã Amy (Amy Adams). Queria fazer ciúmes e mostrar que havia superado o desastre do seu último relacionamento, então decidiu contratar Nick (Dermot Mulroney) para ele fingir ser seu namorado e tentar amenizar os comentários familiares tortuosos sobre o seu passado.

O preço foi alto, mas o resultado foi mais eficaz do que ela imaginava. Não só conseguiu fazer inveja a qualquer mulher solteira e casada presente no casamento, como surpreendeu-se em encontrar o amor em um homem digno de ficar apaixonado. Nick é o exemplo de cavalheirismo, simpatia, charme, segurança e acompanhante - com A maiúsculo.

O longa-metragem não foge a regra da comédia romântica, porém é ótimo para alguns suspiros e para inspirar os homens, namorados e futuros maridos a se espelharem mais em Nick. Fica a dica.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Para quem já pensa em filhos...

... aí vai uma dica.


sexta-feira, 1 de abril de 2011

Tudo o que acontece em Vegas, não fica em Vegas

Do título a sinopse, Jogo de amor em Las Vegas (What Happens in Vegas, 2008) aparenta estar repletos de clichês e ser mais um filme água com açúcar para ser exibido na sessão da tarde. Entretanto, nesse meio piegas e já muito explorado de casamento em Vegas, os personagens Joy McNally (Cameron Diaz) e Jack Fuller (Ashton Kutcher) conseguem reverter as deduções, chamar a atenção e arrancar risadas dos espectadores.

Para variar Cameron Diaz e Ashton Kutcher atuam em um longa-metragem de comédia. Depois de Quem vai ficar com Mary? e Recém-casados, nos quais eram principais e contracenaram com pessoas diferentes, os atores utilizam a veia cômica e a nítida química entre eles para compor a engraçada disputa de dois jovens por US$3 milhões. A moeda era dela, mas quem jogou no caça-níquel foi ele e, nessa briga para saber de quem é o prêmio, Joy lembra que eles haviam se casado embriagados na noite anterior, então, teoricamente, eles deviam dividir o dinheiro.

Mais do que falar do embate pelo domínio dos dólares ganhos, o filme aborda o ato relapso de considerar o casamento como uma simples brincadeira. O juiz Whopper, interpretado por Dennis Miller, faz bom uso das palavras e diz acreditar que as pessoas da geração de Jack e Joy detestam tentar, então, por isso, eles teriam o prêmio congelado. Para regatá-lo, o mais novo casal foi obrigado a provar que eles fizeram tudo que é humanamente possível para conseguir que o improvisado casamento desso certo, isso inclui morar sob o mesmo teto e sessões semanais de terapia.

É fácil beber ao ponto de perder a consciência, casar e pedir anulação ou divórcio. As relações são tratadas como algo temporário. Por vezes, o casamento é visto como mais uma etapa banal do namoro, realizada para mostrar a sociedade mais comprometimento. No entanto, o relacionamento de fato, no literal da palavra, não evoluiu, está estagnado no pensamento infantil de acabar por qualquer ínfimo motivo. Ou você nunca ouviu: "se não der certo, se divorcia!"?

As pessoas não investem mais na relação. Querem colher os frutos dela, desfrutar do lado positivo, mas quando a TPM, o estresse, as dificuldades e qualquer lado ruim aparece logo desistem. Seja no namoro ou no casamento, o "na alegria, na tristeza" deve valer de verdade.

O contato com o outro está tão banalizado que os que não pensam dessa forma é antiquado. É visto de forma negativa. Que absurdo! Nas festas, são feitas competições entre homens e mulheres para saber quem beija mais pessoas. Não se preza pela preservação da dignidade, do respeito, do pudor e do real significado do que é estar ao lado do outro. Na verdade, talvez esses termos tenham ganhado novos significados.

Joy e Jack iam simplesmente romper o casamento e dividir o dinheiro, todavia, obrigados pelo juiz, eles deram uma chance aos dois e viram um sentimento, antes escondido, aflorar entre eles. Não se pode desistir do amor tão fácil. Se eles ficaram por uma noite, foi porque algo os atraiu e algum motivo surgiu para que se unissem. Tanto foi verdade, que ao final, como acontece em comédias românticas, eles tiveram o seu felizes para sempre. Pode ser que isso não aconteça tão fácil assim na realidade, no entanto as pessoas deviam dar mais chance ao romance. Não é beijando muitos sapos no mesmo dia e durante todo o carnaval e, sim, realmente estar atenta a quem está ao seu redor, estar aberta a conquista e a construção de um relacionamento.


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